Temperatura de câmara fria
A câmara avisa quando sai da faixa, antes de o produto virar prejuízo. O histórico fica registrado para conferência.
IoT e sensores
Temperatura de câmara fria, nível de tanque, contagem de fluxo, condição de ambiente e veículo: o sensor no ponto certo mede sozinho e manda o número para o painel — inclusive onde o wi-fi não chega, que costuma ser exatamente onde está o problema.
A Jaci responde na hora, 24 h. A equipe retorna pelo WhatsApp.
Ninguém sabe o que aconteceu na operação quando ninguém estava olhando: a câmara que passou da temperatura, o tanque que secou, a fila que cresceu. A informação existe — só não é coletada. O sensor no ponto certo transforma isso em número no painel, com alerta antes de virar prejuízo.
A escolha do sensor e do jeito de transmitir sai do diagnóstico. O que não der para medir com confiança, a gente diz — em vez de instalar algo que só parece funcionar.
A câmara avisa quando sai da faixa, antes de o produto virar prejuízo. O histórico fica registrado para conferência.
O nível medido sozinho, com alerta antes da ruptura. Sem alguém abrindo o tanque para conferir no olho.
Quantas peças ou pessoas passam pelo ponto, por hora. A produção e o movimento medidos sozinhos, não estimados.
Umidade, presença e porta aberta onde a condição do ambiente importa para o que está guardado.
Posição e condição de quem está na rua, para a operação saber onde está o que saiu e quando volta.
LoRa e rádio alcançam o galpão, a caixa d'água e o ponto distante — normalmente exatamente onde o problema está.
Sensor é entrega física: tem instalação, garantia e suporte. A gente assume isso no escopo, com a cobertura e o ponto definidos antes — não vende hardware barato que ninguém mantém.
Sensores não têm preço de tabela porque não têm escopo de tabela: depende do ponto, da distância e do que precisa ser transmitido. Por isso o caminho começa em um ponto só, funcionando de verdade.
O ponto medido e a pergunta de operação sem resposta: o que precisa ser lido, com que frequência e para quem o alerta vai.
Sensor, frequência, onde o dado fica e como ele chega ao painel. Escopo definido antes de qualquer instalação.
Um ponto funcionando de verdade, com o dado na tela. Você vê antes de decidir pela cobertura inteira.
Piloto com meta escrita e, aprovado, a operação que acompanha os pontos instalados e os avisos.
Quanto custa
Sob proposta, com escopo escrito. O orçamento sai depois do diagnóstico e do escopo — porque o preço depende do que já existe na operação e do esforço de instalação. Chutar valor antes de olhar seria vender pacote.
50% para começar → sistema entregue → 14 dias de piloto com meta escrita → 50% depois da aprovação; meta não atingida = não paga a segunda metade.
A vitrine mostra a contagem de fluxo, a contagem na produção e a conferência de estoque — o mesmo tipo de leitura que um sensor entrega, em cena rotulada como simulação. É o que a gente constrói, não um cliente que contratou.
Demonstração é sempre identificada como demonstração, com dado fictício óbvio. Nada aqui é cliente nem medição real.
A Jaci responde na hora, 24 h. A equipe retorna pelo WhatsApp.
O diagnóstico aponta qual ponto da operação ainda depende de alguém lembrar. Se virar projeto, o escopo vem escrito e o protótipo antes da cobertura inteira.