Fila e tempo de espera
A câmera mede a fila e avisa antes de o cliente desistir. O gestor vê o horário de pico real, não o que se imagina.
Visão computacional
A câmera que já está na parede passa a medir fluxo, fila, estoque e acesso. O equipamento é o que você já pagou; o que faltava era o software lendo a imagem e devolvendo número no painel — em vez de vídeo que ninguém assiste.
A Jaci responde na hora, 24 h. A equipe retorna pelo WhatsApp.
O negócio paga pela câmera e não usa a informação que ela já carrega: fila que cresce sem aviso, fluxo que o dono acha que conhece e erra, estoque que some da prateleira sem ninguém ver. A oportunidade é a mesma imagem virando decisão — e é o tipo de projeto que não existe pronto de prateleira, por isso a gente constrói sob medida.
Cada frente é um trabalho que a gente assume entregar. O que faz sentido no seu caso sai do diagnóstico — e o que não dá para fazer com precisão a gente diz.
A câmera mede a fila e avisa antes de o cliente desistir. O gestor vê o horário de pico real, não o que se imagina.
Quantas pessoas entram, a que horas e quanto tempo ficam — a informação que a câmera de segurança já poderia estar dando.
Prateleira e estoque conferidos por imagem, com alerta quando o item some do lugar antes de faltar para o cliente.
O item do self-service passa a ser reconhecido e pesado na hora, sem alguém digitando código no meio do movimento.
Registro de quem entrou e quando, sem porteiro anotando em papel. Leitura de placa e QR — o que a operação do condomínio já faz hoje.
EPI, organização e etapa de produção conferidos por câmera, com o desvio registrado em vez de depender de alguém lembrar.
Reconhecimento facial não entra. Biometria é dado pessoal sensível e um único titular que recuse inviabiliza o sistema como via única. A decisão é da casa, não do cliente.
Visão computacional não tem preço de tabela porque não tem escopo de tabela: depende da câmera que existe, da luz do lugar e da precisão que o negócio precisa. Por isso o caminho começa pequeno e por escrito.
O ponto físico medido: qual câmera já existe, o que ela cobre, qual pergunta de operação ainda não tem resposta.
O que a câmera vai medir, com que precisão, onde a inferência roda e o que a gente se recusa a fazer. Sem escopo não há orçamento.
Um ponto, uma pergunta, uso real. A gente mostra funcionando antes de propor a instalação inteira.
Piloto com meta escrita e, aprovado, a operação mensal que acompanha o que foi instalado.
Quanto custa
Sob proposta, com escopo escrito. O orçamento sai depois do diagnóstico e do escopo — porque o preço depende do que já existe na operação. Chutar valor antes de olhar seria vender pacote.
50% para começar → sistema entregue → 14 dias de piloto com meta escrita → 50% depois da aprovação; meta não atingida = não paga a segunda metade.
A vitrine mostra, cena por cena, a câmera que reconhece e pesa, o estoque que se conta, a contagem de fluxo e a leitura de acesso. Tudo é simulação rotulada — o que a gente constrói, não um cliente que contratou.
Demonstração é sempre identificada como demonstração, com dado fictício óbvio. Nada aqui é cliente nem medição real.
A Jaci responde na hora, 24 h. A equipe retorna pelo WhatsApp.
O diagnóstico mostra qual pergunta do seu ponto físico ainda não tem resposta. Se virar projeto, o escopo vem escrito e o protótipo antes da instalação inteira.